segunda-feira, 24 de abril de 2017

Deus pode arrepender-se?

Números 23:19 diz: "Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará?" Mas outras passagens dizem que ele tem se arrependido. "... Então se arrependeu o Senhor de ter feito o homem na terra ..." (Gênesis 6:6-7). "Então, se arrependeu o Senhor do mal que dissera havia de fazer ao povo" (Êxodo 32:14). Como podem estas afirmações ser conciliadas?

Em qualquer estudo de textos difíceis da Bíblia, precisamos primeiro olhar para o contexto. Números 23:19 é uma afirmação da fidelidade de Deus em cumprir suas promessas. Foi impossível para Balaão amaldiçoar os israelitas porque Deus os tinha abençoado e lhes prometido prosperidade. Cada vez que ele tentou amaldiçoá-los, Deus transformou suas palavras em mais bênçãos. Deus nunca mente e nunca quebra uma promessa. Paulo afirmou sua confiança na fidelidade de Deus: "Fiel é esta palavra: se já morremos com ele, também viveremos com ele; se perseveramos, também com ele reinaremos; se o negamos, ele, por sua vez, nos negará; se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo" (2 Timóteo 2:11-13). A fidelidade de Deus dá segurança ao obediente.

Os contextos de Gênesis 6 e Êxodo 32 são diferentes. Em ambos casos, Deus é fiel. Sua "mudança de sentimento" é por causa das mudanças feitas pelos homens. Em Gênesis 6, ele se preparou para destruir aqueles que o abandonaram. Em Êxodo 32, ele estava pronto para destruir o povo mas arrependeu-se por causa do apelo penitente de Moisés. Estes casos ilustram o que Paulo disse: "... se o negamos, ele, por sua vez, nos negará".
Uma das explicações mais claras deste assunto na Bíblia é encontrado em Jeremias 18:1-10. Os planos de Deus para abençoar ou destruir são condicionais.  Se uma nação que está sendo abençoada se volta para o pecado, Deus irá condená-la a ser destruída. Se o povo desobediente se converte ao Senhor, ele o poupará da destruição. Isto não é vacilação por parte de Deus. Ele está simplesmente sendo fiel ao seu justo caráter.

Deus não quer que ninguém morra em pecado. Ele quer que todos se arrependam para receber a bênção da vida eterna (2 Pedro 3:9).
Pergunta: "Qual é a diferença entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda de Cristo?"

Resposta: 
O Arrebatamento e a Segunda Vinda de Cristo são frequentemente confundidos. É difícil determinar quando a Bíblia está se referindo ao Arrebatamento ou à Segunda Vinda. No entanto, ao estudar as profecias bíblicas do fim dos tempos, é muito importante poder diferenciar entre os dois.

O Arrebatamento é quando Jesus Cristo retorna para remover a igreja (todos os seguidores de Cristo) da terra. O Arrebatamento é descrito em 1 Tessalonicenses 4:13-18 e 1 Coríntios 15:50-54. Os crentes que já morreram serão ressuscitados e, juntamente com os crentes que ainda vivem, vão se encontrar com o Senhor no ar. Isso acontecerá em um momento, em um piscar do olho. A Segunda Vinda é quando Jesus retorna para derrotar o anticristo, destruir o mal e estabelecer o seu Reino Milenar. A Segunda Vinda é descrita em Apocalipse 19:11-16.

As diferenças importantes entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda de Cristo são:

(1) No Arrebatamento, os crentes vão se encontrar com o Senhor nos ares (1 Tessalonicenses 4:17). Na Segunda Vinda, os crentes vão retornar com o Senhor à terra (Apocalipse 19:14).

(2) A Segunda Vinda ocorre depois do grande e horrível período da Tribulação (Apocalipse capítulos 6-19). O arrebatamento ocorre antes da Tribulação (1 Tessalonicenses 5:9; Apocalipse 3:10).

(3) O Arrebatamento é a remoção dos crentes da terra como um ato de libertação (1 Tessalonicenses 4:13-17; 5:9). A Segunda Vinda inclui a remoção dos incrédulos como um ato de julgamento (Mateus 24:40-41).

(4) O Arrebatamento vai ser “secreto” e instantâneo (1 Coríntios 15:50-54). A Segunda Vinda vai ser visível a todos (Apocalipse 1:7; Mateus 24:29-30).

(5) A Segunda Vinda de Cristo não vai ocorrer até depois de certos eventos dos fins dos tempos acontecerem (2 Tessalonicenses 2:4; Mateus 24:15-30; Apocalipse capítulos 6-18). O Arrebatamento é iminente, pode acontecer a qualquer momento (Tito 2:13; 1 Tessalonicenses 4:13-18; 1 Coríntios 15:50-54).

Por que é importante manter o Arrebatamento e a Segunda Vinda distintos?

(1) Se o Arrebatamento e a Segunda Vinda são o mesmo evento, os crentes teriam que passar pela Tribulação (1 Tessalonicenses 5:9; Apocalipse 3:10).

(2) Se o Arrebatamento e a Segunda Vinda são o mesmo evento, o retorno de Cristo não é iminente... há várias coisas que precisam acontecer antes do Seu retorno (Mateus 24:4-30).

(3) Ao descrever o período da Tribulação, Apocalipse capítulos 6-19 em nenhum lugar menciona a igreja. Durante a Tribulação — também chamada de “tempo de angústia para Jacó” (Jeremias 30:7) — Deus vai voltar a sua atenção principal à nação de Israel (Romanos 11:17-31).

O Arrebatamento e a Segunda Vinda são semelhantes mas eventos separados. Os dois envolvem Jesus retornando. Os dois são eventos do fim dos tempos. No entanto, é crucialmente importante reconhecer as diferenças. Em resumo, o Arrebatamento é o retorno de Cristo às nuvens para remover os crentes da terra antes do tempo da ira de Deus. A Segunda Vinda é o retorno de Cristo à terra para dar um fim ao período da Tribulação e derrotar o anticristo e seu império mundial diabólico. 


quarta-feira, 12 de abril de 2017

Texto: Lucas 23:33-43 
 
 
Introdução:
 Nesta passagem das Escrituras Lucas nos leva ao Monte Calvário. 
Aqui encontramos três homens sendo mortos; dois por serem criminosos e um por ser perfeito. Esta noite eu quero olhar de um ângulo diferente para este evento. Eu quero olhar para os dois homens que estavam morrendo ao lado de Jesus. A Bíblia não diz exatamente o que esses homens fizeram para sofrer a execução. 

Aqui nesta leitura Lucas os chama de malfeitores, que significa simplesmente (aquele que comete delito contra a lei). Mateus e Marcos os chamam de ladrões, então seria lógico supor que estes provavelmente roubaram algo. Eles poderiam muito bem ter sido companheiros de Barrabás. No versículo 33 lemos que um desses homens foi pendurado do lado direito de Jesus e outro à esquerda.
 
 
 
Eles estavam em lados diferentes
 da cruz. Com isso em mente, eu quero pregar sobre este assunto "De que lado da cruz você está?”. 

I. Um estava negando sua culpa, enquanto o outro admitia seu erro.
A. (v. 39) Vemos o ladrão no lado direito no Senhor, dizendo: "Se tu és o Cristo, salva- te a ti mesmo e a nós”. 
B. Ele estava negando sua culpa. 
C. (v. 40) O outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, vendo que tu estás na mesma condenação?
 
D. (v. 41) E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem
 
E. Ele estava admitindo seu erro
 
F. Se as pessoas querem se acertar com Deus, elas têm que admitir seus erros.
 

II. Um deles estava arrependido por ser um ladrão o outro estava arrependido porque foi pego
A. Os mesmos versos reiteram isto. 
B. Algumas pessoas não se arrependem pelo que fizeram, elas se arrependem porque foram pegas.
 

III. Um percebeu sua condição, o outro estava cego à sua condenação.
A. Se uma pessoa nunca foi salva, ela está perdida. 
B. (v. 42) E disse a Jesus: Senhor lembra-te de mim quando entrares no teu reino
 
C. (v. 43) E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no paraíso
 
D. O ladrão do lado esquerdo morreu e foi para o inferno com Jesus ao seu lado
 

IV. Um estava morrendo no pecado, um estava morrendo para o pecado e um estava morrendo pelo pecado.

A. O ladrão do lado esquerdo estava morrendo no pecado e se recusou a pedir a Jesus para ajudá-lo 
B. O ladrão à direita percebeu que ele estava em seus minutos finais de vida e pediu a Jesus que se lembrasse dele e morreu para o pecado. 
C. O do meio estava sozinho, desamparado, sem amigos e sem pai naquele dia quando ele morreu pelos pecados de toda a humanidade.
 
 
 
Conclusão:
 (Filipenses 3:18 ) porque muitos há, dos quais repetidas vezes vos disse, e agora vos digo até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. 
 
 
3 faces da Aliança
Tema: Aliança com Deus (sl 25.14)
Introdução: temos refletido muito sobre o tema aliança com Deus com o propósito de entender o plano redentor do Senhor para nós, discernir o tempo que vivemos sob a graça e fazer um compromisso com o reino de Deus.
Pense um pouco o que mudou em sua vida depois que descobriu que pode ter uma Aliança com Deus? Certamente muita coisa mudou.
Vamos usar a figura de um anel com sua três faces: interna, externa e lateral para ilustrar três aspectos importantes de uma aliança com Deus baseada em (sl 25; 14) destacando três palavras chaves: intimidade, temor e conhecimento.
A face interna – INTIMIDADE
A face interna do anel é com que tem contato com o nosso corpo, por isso nos lembra da palavra intimidade. Quando temos uma aliança com deus passamos a ter intimidade com Ele. O que é intimidade? È ter conhecimento próximo de alguém, ser amigo, saber a respeito da pessoa, tratar e ser tratado com carinho etc. Para ter intimidade com uma pessoa precisamos conviver com ela, passa muitas horas juntos. Para ter intimidade com Deus é preciso ouvir sua palavra e conversar muito com Ele em oração todos os dias. Ao fazer uma aliança com Deus passamos a conhecer ao Senhor como próximo de nós. Jesus veio ao mundo mostrar que o Deus que Israel via tão severo e distante era um Pai (Marcos 14,36) e (Romanos 8,15), por isso Jesus ensinou a orar chamando Deus de Abba que no aramaico significa paizinho, papai ou painho. Abba é uma expressão usada por criancinhas para tratar seus pais.
Ter uma aliança com Deus significa ter intimidade com o Pai. Deus quer ter intimidade com você.
A face externa – TEMOR
A face externa do anel é a que nos protege e pode sofrer atritos externos, por isso simboliza Temor. Não basta termos intimidade com Deus e perdermos o respeito com Ele. Precisamos respeitá-lo com superior a nós. Isso é temor. Temor não é medo e sim um profundo respeito. Há pessoas que quando passam a ter intimidade com alguém perdem o respeito. Mas com Deus, quanto mais o conhecemos e temos intimidade com Ele mais o tememos. Quando o filho pródigo voltou e demonstrou temor a seu pai pedindo lhe que o tratasse como escravo Poe que tinha pecado e não era digno de ser recebido como filho, “O pai, porem, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vestio-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés.” (Lucas 15,22). Aquele anel era o sinal de que não seria escravo e sim filho do pai. Isso por sua demonstração de respeito e temor.
Deus nos ama muito e perdoa todos os nossos pecados nos aceitando como somos, mas precisamos aprender a temer ao senhor como Deus Supremo. Ter uma aliança com Deus é temer ao Senhor. Deus merece ser temido, então O respeite.
A face lateral – CONHECIMENTO
A face lateral é a que mostra a espessura do anel e será para simbolizar o conhecimento. A medida que aprendemos a ter intimidade e tememos a Deus, aprendemos muito em nossa vida e acrescentamos conhecimento. Deus quer que seu povo tenha conhecimento, pois disse através do profeta Oséias: “O meu povo está sendo destruído, Poe que lhe falta o conhecimento”. (Oséias 4.6) e fez um convite libertador “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” ( Oséias 6.3)  O inimigo gosta que as pessoas fiquem na ignorância para pecarem mais e serem enganadas por ele, pois o conhecimento liberta pára a verdade (João 8.32). Mas como conhecer a Deus? È possível por que o Senhor se revela e se apresenta a nós para ser conhecido. Tantas pessoas se preocupam em conhecer tantas coisa e saber muito, colecionando diplomas e isso é bom. Mas há pessoas que apesar de ter diplomas e conhecimentos não melhoram suas vidas e nada muda. O maior conhecimento que alguém pode ter é conhecer a Deus. Ter uma aliança com Deus é conhecer ao Senhor. Deus deve ser buscado conhecido.
CONCLUSÃO:

A aliança com Deus é algo que só pode ser mostrado para pessoas que tem intimidade com Deus, ao mesmo tempo em que temem ao Senhor e buscam conhecer a Deus a cada dia. Ter uma aliança com Deu é ter intimidade com o Senhor, temer a Deus e conhecer suas vontades.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

O que é a Vida Eterna?

João 17.3 “E a vida eterna é esta; que te conheçam, a ti só, único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”.
Acreditamos que a vida eterna é voltar a viver além da morte. Mas gastaríamos muito tempo para explicar o que é a vida eterna e mesmo assim não seria possível dizer tudo a respeito, pois os detalhes fazem parte dos mistérios de Deus (Deuteronômio 29.29).
Podemos resumir alguns pontos a respeito da Vida Eterna:
a) Fruto do amor de Deus: somente pela misericórdia Divina que amou a humanidade ao ponto de entregar seu Filho Jesus Cristo para nossa salvação é que podemos “não perece, mas tem a vida eterna” (João 3.15,16).
b) Dom de Deus: Deus é eterno (Deuteronômio 33.27) e, portanto o único que pode conceder a eternidade. O próprio Jesus é “o verdadeiro Deus e a vida eterna” (I João 5.20). Jesus tem o poder de nos dar a vida eterna (João 17.2).
c) Gratuita: a Vida Eterna é de Graça (Romanos 6.23). Mesmo embora sejamos carnais e pecadores, por isso um dia morreremos, mas pela graça de Deus que nos salva poderemos receber a vida pela ressurreição (Daniel 12.2) quando “estaremos para sempre com o Senhor” (I Tessalonicenses 4.16,17).
d) Vontade de Deus: Doar a vida eternamente para nós pecadores é o maior desejo de Deus, “porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: que todo aquele que vê o Filho, e crê n’Ele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6.40). Deus não quer que ninguém se perca e por isso nos oferece a vida novamente (Lucas 19.10).
O propósito de Deus para todos os seus filhos é que vivam para sempre junto com o Senhor. Então desde o momento em que estamos na presença de Deus já estamos começando esta nova vida.
A vida eterna sempre fez parte do propósito de Deus para a humanidade (Eclesiastes 3.14), mas por causa do pecado Deus guardou a árvore da vida (Gênesis 3.22). Somente em Cristo Jesus podemos agora conhecer a manifestação da Vida Eterna novamente sendo livres da morte e do pecado (I João 1.2).
Somente na presença de Deus existe Vida Eterna!
Pr. Wildnon Alves

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Disposição mental reprovávei

Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam.
Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros,
caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais;
são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis.
Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam.
Romanos 1:28-32  (N.V.I )


Assim, eu lhes digo, e no Senhor insisto, que não vivam mais como os gentios, que vivem na futilidade dos seus pensamentos.
Eles estão obscurecidos no entendimento e separados da vida de Deus por causa da ignorância em que estão, devido ao endurecimento dos seus corações.
Tendo perdido toda a sensibilidade, ele se entregaram à depravação, cometendo com avidez toda espécie de impureza.

Efésios 4:17-19  ( N.V.I )